Sandra Ana de Santana Silva

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  • em resposta a: Outros comentários: #6431

    Realmente não tenho nada a mencionar que não tenha gostado. O curso é muito oportuno e tem um modelo e estratégia pedagógica que atinge satisfatóriamente as expectativas.

    em resposta a: Outros comentários: #6430

    Em minha opinião vale a pena continuar investindo nesta metodologia de cursos. Muito Obrigada pela oportunidade de participação.

    Parabéns aos responsáveis.

    em resposta a: O que você modificaria? #6429

    Não mudaria nada. Novos cursos com novas temáticas, só isso.

    em resposta a: Do que você menos gostou no curso? #6428

    Realmente não tenho nada a mencionar que não tenha gostado. O curso é muito oportuno e tem um modelo e estratégia pedagógica que atinge satisfatóriamente as expectativas.

    em resposta a: Do que você mais gostou no curso? #6427

    Gostei muito do ambiente acolhedor da equipe organizadora do curso, mas o que mais me agradou no curso foi a temática abordada de maneira clara e muito atualizada, com informações precisas e muito esclarecedoras sobre temas tão atuais. Minha Gratidão pela oportunidade de participação.

    O Feminicidio acontece quando se trata de assassinato a mulheres envolvendo violência doméstica e familiar ou discriminações sofridas devido a condição de mulher. O feminicidio é diferente de assassinatos convencionais que ocorrem no dia a dia, mesmo contra mulheres, como assalto, violência no transito, nas ruas, entre outros.

    Como trouxe o vídeo, a ideia de que o homem se torna exaltado pela sociedade, diante de uma vida sexual ativa, e a mulher diferente disso diminuída, torna a misoginia como algo tolerável por nossa sociedade, o que favorece o assassinato de mulheres. Existe, mais que nunca, a necessidade de ações que favoreçam a reflexão dessa questão em nossa sociedade e da necessidade de garantia dos direitos das mulheres como seres humanos dignos de viverem em igualdade de direitos em uma sociedade machista.

    Somente por meio da Tipificação poderemos ter os direitos de proteção resguardados. Mesmo com todas as implicações das leis já estabelecidas, ainda percebemos que os direitos não são garantidos como deveria acontecer, pelo contrario, é notório como as manchetes atuais confirmam o crescimento da onda do feminicidio, que vem crescendo cada dia mais em nosso pais. Por essa razão, torna-se fundamental a tipificação de crime para o feminicidio. Leis e regras mais duras precisam ser evidenciadas, para que a mulher tenha seus direitos básicos de proteção e respeito garantidos.

    em resposta a: Dinâmica de integração [3] #6243

    Realmente todas as imagens retratam de maneira muito evidente como a misoginia é algo muito comum em nossa sociedade, em seus diversos aspectos. Mas, fico com a imagem 20, pois ela retrata o quanto essa problemática é antiga. É impressionante como a ideia da mulher como inferior ao homem é forte em nossa sociedade. Me espanta como isso vem de longe, e ainda hoje, apesar de tantas conquistas realizadas pelas mulheres, ainda é tão real essa inferioridade do sexo feminino na mente das pessoas. Isso nos mostra que é algo enraizado na cultura humana, e o quanto essa problemática é difícil de ser vencida. Mas mostra também, que mais que nunca, não podemos desistir das lutas contra a misoginia.

    em resposta a: Outros comentários: #5974

    Gratidão pela oportunidade muito significativa para meu desempenho profissional, e dicas de livros e materiais para o incentivo de pesquisas relacionadas aos temas sobre os assuntos apresentados.
    A plataforma utilizada foi muito importante para a troca de experiências entre os participantes, o que aprofundou a pratica dos conteúdos e proporcionou o acesso a materiais utilizados no curso, como vídeos, slides, aulas gravadas e oportunidade de participação em cada tema.

    em resposta a: O que você modificaria? #5973

    Sinceramente não mudaria nada. O perfil do curso foi muito oportuno, agradável, interessante, não foi cansativo e todas as aulas deixaram o gostinho de quero mais, e orientação de caminhos para quem interessar continuar ou ampliar as pesquisas apresentadas.

    em resposta a: Do que você menos gostou no curso? #5972

    Realmente não houve nada que eu não tenha gostado no Curso.

    em resposta a: Do que você mais gostou no curso? #5971

    Gostei muito da dinâmica do curso, a maneira como as palestrantes apresentaram o conteúdo de maneira interessante, trazendo informações tão completas e atuais. Também achei muito produtiva a troca de experiências entre os participantes que tiveram um espaço para trazerem suas experiências, o que fortalece o aprendizado de todos, pois tivemos a oportunidade de aprendermos por intermédio do olhar e viver de pessoas diferentes que atuam em áreas tão diferentes umas das outras. Foi extremamente produtivo.

    Compartilho com os colegas que é difícil a tarefa de policiamento no desenvolvimento do cuidado com palavras que apresentam expressões sexistas e muitas vezes até racistas. Confesso, que gostei muito desta aula, que trouxe de maneira clara as impressões que são causadas nas pessoas quanto utilizamos certas expressões que chegam a ser sentidas de maneira até ofensiva. Para mim, essa já é razão suficiente para o policiamento no exercício de uma linguagem verdadeiramente inclusiva.
    Com certeza, já utilizei expressões sexistas, muitas vezes sem perceber e outras ao pensar no que foi dito eu observei que poderia ter me expressado de maneira diferente. Essa aula foi um alerta muito significativo para um assunto tão atual e importante, tanto para mim quanto para meus semelhantes.

    Sem duvidas sabemos que a criação da Lei Maria da Penha trata-se de um grande marco histórico em nossa sociedade. Mas, temos visto também, que não basta apenas a existência da lei. É preciso a efetivação da mesma nos casos de violência contra as mulheres. Acredito, como alguns de nossos colegas de curso, que os homens ainda são a maioria em órgãos fundamentais de decisão e realização da execução das leis, o que dificulta a execução da mesma em muitos casos. Ainda acompanhamos casos de julgamento de agressores de mulheres, onde o Júri chega a ser 100% masculino. A luta é grande contra um machismo que foi impregnado na mente humana. Muita coisa ainda precisa acontecer para que os agressores de mulheres sejam realmente intimidados pela força da lei, ao ponto de refletirem sobre os resultados de suas ações. Mas, gratidão por Maria da Penha e por tudo que foi conquistado por meio de sua iniciativa.

    Por meio da reflexão, disponibilizada por intermédio da ferramenta interseccionalidades, os estudantes e professores podem chegar a importantes informações, que disponibilizarão meios de ações e mesmo intervenções diante de situações cotidianas na vida de pessoas que vivam vulnerabilidades que comprometam seu bem estar e garantia de seus direitos.

    Concordo com alguns colegas, quando colocaram que precisamos refletir muito mais sobre esse tema para poder responder perguntas semelhantes.
    Sexo: Característica física que determina se uma pessoa é homem ou mulher.
    Identidade de gênero: Gênero com o qual a pessoa se identifica, o que significa que pode ser ou não de acordo com aquele que lhe foi atribuído no nascimento.
    Orientação sexual: Diz respeito a atração que se sente por outro individuo, que pode ser do sexo oposto ou não.

    Quando eu era adolescente, tinha uma amiga com quem eu me identificava muito, na verdade somos amigas até hoje, depois de adultas. Algumas pessoas ficavam insinuando que nossa amizade era duvidosa, simplesmente pelo fato de estarmos sempre juntas, de andarmos de mãos dadas.

    Sim. Recentemente acompanhei o caso de uma adolescente que foi pega a força por um homem armado, que mandou ela entrar no carro e com a arma em sua cabeça a obrigou a satisfaze-lo sexualmente. A menor ficou em choque durante muitos meses, ao andar na rua ela via o rosto dele nas pessoas. Não conseguiu compartilhar o ocorrido com a família, trazendo sobre si mesma uma carga muito pesada de tristeza e medo.

    Não. Apesar da apresentação de tantas formas de violência de gênero, temos consciência que essas expressões de violência estão acontecendo de maneira costumeira em nosso meio. Em minhas vivencias profissional tenho acompanhado todos esses modelos de violência de gênero. Compartilho do comentário da colega Isayranne Souza Asceno, quando apresenta o conhecimento como ferramenta de luta contra a violência.

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