A violência contra a mulher e a rede de cuidados: da solidão à solidariedade

Violência contra a mulher e a rede de cuidados: Da solidão à solidariedade

Tamanho de arquivo: 86 kb

As redes sociais como instrumento de apoio e empoderamento

Tamanho de arquivo: 86 kb

Manual da/o Usuária/o

Tamanho de arquivo: 3 mB

Curso Virtual – 1, 8 e 15 de junho

ATENÇÃO: Nossos cursos são ministrados via ZOOM. As pessoas que tiverem a confirmação de participação, e após realizarem o registro, receberão o respectivo link, via e-mail, para clicar e entrar no dia do curso. Para cada dia, haverá um link diferente.

A PLATAFORMA DO SITE tem a função de gerenciar todas as ações, tais como realizar as pré-inscrições e os registros, gerar a interação das pessoas participantes por meio de exercícios relacionados aos temas dos cursos, disponibilizar materiais didáticos sobre os temas abordados, emitir certificados, etc.

OS CURSOS NÃO SÃO MINISTRADOS VIA SITE, MAS VIA ZOOM, COM LINK ESPECÍFICO PARA CADA DIA DE CURSO.

Duração: 3 semanas
Datas: 1, 8 e 15 de junho de 2021, terças-feiras
Horário: das 19h às 21h
Educadoras: Maria José Lopes Souza e Vera Vieira
Objetivo do Curso: Fomentar um espaço de debate teórico e prático, visando o empoderamento de mulheres e de suas ações.
Público: Principalmente mulheres, incluindo jovens, respeitando-se os recortes étnico-raciais, de orientação sexual e identidades de gênero, lideranças efetivas ou potenciais com poder de multiplicação.

Nota: será fornecido certificado de participação

Educadoras

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Maria José Lopes Souza
Conhecida como Zeza, é educadora da Rede Mulher de Educação e pontualmente da Associação Mulheres pela Paz. Integrou a equipe de um dos três primeiros serviços no enfrentamento da violência de gênero, no Brasil, na década de 80. Atualmente, atua em projetos com foco na geração de renda, em comunidades rurais, indígenas e Cooperativas de catadores/as do resíduo reciclável, na perspectiva de gênero.

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Vera Vieira
É jornalista, doutora em Comunicação e Feminismo pela Universidade de São Paulo. Ela é Diretora Executiva da Associação Mulheres pela Paz, é feminista e educadora popular. Escreveu ou coordenou várias publicações sobre violência de gênero. Ela é a coordenadora regional [Brasil] da PWAG – `Peace Women Across the Globe, com sede na Suíça.

Introdução

1
Dinâmica de Integração [2]
Esta dinâmica precisa ser respondida antes do início do curso e da palestra via Zoom.

Dentre as imagens, escolha uma que mais define sua percepção sobre solidariedade, explicando as razões pelas quais a elegeu.

Dia 1º de Junho

1
Teste sobre violência doméstica
20 perguntas

O teste Violência Doméstica contra a Mulher tem o propósito de tirar uma pequena amostra sobre a incidência deste grave problema social a partir deste grupo.

Com base na ética do sigilo, as respostas não serão divulgadas, salvo as participantes que queiram compartilhar conosco o seu resultado no próximo tópico, o resultado do teste.

2
Resultado do teste sobre violência doméstica
3
O marco legal no reconhecimento da violência doméstica

A conquista da Lei Maria da Penha só foi possível porque o movimento feminista, de mãos dadas com as outras forças progressistas da sociedade civil organizada, veio por décadas construído uma base de dados cientificamente incontestável, os instrumentos legais e formas de organização para incidir nas instituições oficiais, nacionais e internacionais, exercendo uma força de pressão inteligente e eficaz na defesa dos direitos humanos das mulheres.

O desafio hoje, consiste em manter essa força de pressão viva, fortalecendo e ampliando o potencial disseminador das organizações protagonistas destas conquistas, para que possam intervir na base da sociedade de forma que garanta a implementação e eficácia do que já foi conquistado, assim como a desconstrução da cultura da violência no inconsciente coletivo.

4
O histórico e a importância da Lei Maria da Penha

Maria da Penha Maia Fernandes é uma farmacêutica brasileira que lutou para que seu agressor viesse a ser condenado, após ficar paraplégica.

Maria da Penha tem três filhas e hoje é líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres, vítima emblemática da violência doméstica. Você vai saber muito mais do que encontra na internet sobre a inspiradora da Lei.

5
Textos para download – 1ª aula – Curso 2

Tópicos abordados:

A violência entre quatro paredes

Sites dos vídeos apresentados e pesquisas citadas na aula

O histórico e a importância da Lei Maria da Penha

Dia 8 de Junho

1
A violência entre quatro paredes

Os danos psicossociais na mulher (considerando aqui outras identidades de gênero/LGBT+), decorrentes da violência na família, desde a sua mais tenra idade, são devastadores.

A família é um sistema complexo, que envolve laços afetivos e construído com base num modelo alicerçado na milenar cultura da submissão da mulher ao masculino em todas as esferas da sociedade. Romper com as lealdades familiares, tornar público os segredos de uma violência aterrorizante, enfrentar os medos limitantes para que o ciclo da violência possa ser interrompido, demanda um conjunto de ações interligadas e complementares, garantindo à mulher os cuidados para uma assistência integral, assim como às pessoas inseridas no contexto como os filhos, familiares e o próprio agressor, conforme recomenda a L.M.Penha.

2
Redes de Cuidados enquanto política pública

Existem dois aspectos importantes que precisam estar no centro da nossa atenção, para que a rede de cuidados no enfrentamento da violência de gênero cumpra com eficiência e eficácia o seu papel, enquanto uma política pública.

O primeiro aspecto é que precisamos garantir, por parte do governo, investimentos para a formação continuada dos profissionais, tendo em vista um atendimento especializado e humanizado. Lembrando que o protocolo específico de cada serviço – saúde, segurança, justiça e serviço social -, implica num conjunto de procedimentos que envolvem a quebra de velhos paradigmas, como culpabilizar a mulher pela violência sofrida, ignorar a legitimidade da denúncia, respeitando a necessidade, vontade e o direito da mulher em situação de violência.

O segundo aspecto refere ao papel da sociedade, ou seja, como cada um de nós, pode contribuir para a desconstrução da cultura da violência no cotidiano das relações, não aceitando que se dissemine mensagens machistas, racistas e/ou homofóbicas, observando seu entorno para acolher e levar informações sobre os recursos existentes.

3
Textos para download – 2ª aula – Curso 2

Tópicos: A violência entre quatro paredes e Rede de Cuidados enquanto política pública.

4
Vídeo completo da aula via Zoom – 8 de junho

Dia 15 de Junho

1
As redes sociais como instrumento de apoio e empoderamento

As redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, Youtube, WhatsApp...) possibilitam o encontro de mulheres para falar sobre a opressão de gênero: assédios nas ruas, estupros, situações de desvalorização no mercado de trabalho, violência doméstica, etc. As novas mídias são uma revolução tecnológica que traz consigo uma revolução do aprendizado e das relações pessoais e interpessoais. Com isso, está havendo uma reconfiguração da representação dos papeis da mulher no mundo por meios de novas narrativas. É possível criar novas representações de nós mesmas, com nossas próprias palavras, vozes e imagens.

2
Texto para download – 3ª aula – Curso 2

Tópico: As redes sociais como instrumento de apoio e empoderamento 

3
Vídeo completo da aula via Zoom – 15 de Junho

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