Negócio de Mulher

Manual da(o) Usuária (o)

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Curso Virtual – 10 e 11 de Outubro de 2022

ATENÇÃO: Nossos cursos são ministrados via ZOOM. As pessoas que tiverem a confirmação de participação, e após realizarem o registro, receberão o respectivo link, via e-mail, para clicar e entrar no dia do curso. Para cada dia, haverá um link diferente.

A PLATAFORMA DO SITE tem a função de gerenciar todas as ações, tais como realizar as pré-inscrições e os registros, gerar a interação das pessoas participantes por meio de exercícios relacionados aos temas dos cursos, disponibilizar materiais didáticos sobre os temas abordados, emitir certificados, etc.

OS CURSOS NÃO SÃO MINISTRADOS VIA SITE, MAS VIA ZOOM, COM LINK ESPECÍFICO PARA CADA DIA DE CURSO.

Duração: 4 horas
Datas: 10 e 11 de outubro de 2022
Horário: das 19h às 21h
Educadoras: Amelinha Teles, Vera Vieira e Maria José Lopes Souza
Objetivo do Curso: levar informação e capacitação técnica e gerencial para alavancar empreendimentos de mulheres, visando enfrentar a pobreza, a desigualdade socioeconômica e a equidade de gênero.
Público: Principalmente mulheres, incluindo jovens, respeitando-se os recortes étnico-raciais, de orientação sexual e identidades de gênero, lideranças efetivas ou potenciais com poder de multiplicação.

Nota: O Certificado de Participação será enviado por e-mail tendo como requisitos para recebimento, participação integral nos dois dias de curso, a audição dos 10 episódios do podcast, a realização dos exercícios propostos na plataforma e a submissão da avaliação final.

Educadoras

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Maria Amélia Teles
Conhecida como Amelinha Teles é consultora jurídica e educadora popular feminista em direitos humanos. É membro da União de Mulheres de São Paulo e uma das coordenadoras do Projeto Promotoras Legais Populares e do Projeto Maria, Marias, em parceria com o Instituto Brasileiro de Ciências Criminais IBCCRIM. Ela é uma das nomeadas brasileiras para o Prêmio Nobel de 2005, uma indicação coletiva de 1000 mulheres ao Prêmio Nobel da Paz de todo o mundo.

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Vera Vieira
É jornalista, doutora em Comunicação e Feminismo pela Universidade de São Paulo. Ela é Diretora Executiva da Associação Mulheres pela Paz, é feminista e educadora popular. Escreveu ou coordenou várias publicações sobre violência de gênero. Ela é a coordenadora regional [Brasil] da PWAG – `Peace Women Across the Globe, com sede na Suíça.

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Maria José Lopes Souza
Conhecida como Zeza, é educadora da Rede Mulher de Educação e pontualmente da Associação Mulheres pela Paz. Integrou a equipe de um dos três primeiros serviços no enfrentamento da violência de gênero, no Brasil, na década de 80. Atualmente, atua em projetos com foco na geração de renda, em comunidades rurais, indígenas e Cooperativas de catadores/as do resíduo reciclável, na perspectiva de gênero.

Oficina 1 - 10 de Outubro

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1 – Falando de gênero e interseccionalidades

Não se nasce mulher, torna-se mulher. A famosa frase da filósofa francesa Simone de Beauvoir contém a exata definição de gênero. Significa que é uma construção social, reforçada pela cultura e que vem sendo mantida historicamente por milênios. Não tem nada a ver com o sexo das pessoas. Sexo é a classificação anatômica das pessoas como masculinas, femininas ou intersexo, geralmente atribuída ao nascimento.

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2 – Quem disse que “negócio não é coisa de mulher? ”

Começar um negócio, transformando habilidades e talentos em renda, é um desafio para nós, mulheres, que crescemos ouvindo que “negócio não é coisa de mulher”. Mas, neste mundo conturbado pelas crises, ora políticas, ora econômicas, com indefinições sobre que sentido dar à vida, nos encontramos diante de outro desafio: ocupar um espaço no mercado de trabalho, uma forma solidária e democrática de produzir, distribuindo os benefícios com equidade.

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3 – O que são os ativos das mulheres?

As mulheres têm o direito de viver dignamente, a satisfazer suas necessidades e alcançar seus anseios. Para isso contam com diversos recursos: conhecimentos, habilidades, destrezas, etc., que podem ser utilizados para desenvolver seus projetos e atingir suas aspirações. 

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4 – O papel do governo e das ONGs feministas no fortalecimento dos ativos das mulheres.

Já vimos que nós, mulheres, contamos com uma diversidade de recursos, os quais podem ser utilizados para desenvolver nossos projetos e alcançar nossas aspirações. Qualquer projeto tem obstáculos e oportunidades. Quando trabalhamos em grupo e temos disposição para aprender a compartilhar, é mais fácil superar os obstáculos e aproveitar as oportunidades.

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5 – Alicerce para um plano de ação visando o fortalecimento de projetos de geração de renda

Planejar nossos projetos, com base em nossas necessidades e possibilidades, permite que aproveitemos os recursos naquilo que é prioritário.

Como grupo, vamos decidir conjuntamente quais são as prioridades, que objetivos queremos atingir, que atividades necessitamos desenvolver e qual é a melhor forma de nos organizarmos. 

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Vídeo 1 – Interseccionalidade
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Vídeo 2 – Empoderamento

Oficina 2 - 11 de Outubro

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6 – Ferramentas para gerar trabalho e renda

Quando se produz alguma coisa ou quando se presta algum serviço, é muito importante pensar em contenção de custos, ou seja, não gastar mais do que o estritamente necessário.

As grandes empresas fazem e refazem seus cálculos o tempo todo para perceber onde e como estão gastando e se é possível conter os custos sem comprometer os produtos finais.

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7 – O trabalho em equipe, os conflitos e a negociação

Quando se trabalha em grupo, é inevitável que apareçam conflitos. Há um ditado que diz: para cada cabeça, uma sentença. E vemos que isso é verdade cada vez que divergimos em alguma coisa, quando duas ou mais pessoas não têm as mesmas opiniões sobre coisas importantes e que são fundamentais para o trabalho que estamos realizando. Quando aparece o conflito, é preciso tratar de resolvê-lo e encontrar uma forma de continuar trabalhando juntas, em harmonia, para que o negócio continue dando certo e vá crescendo.

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8 – A etapa de comercialização

Nosso produto não deve ser mais caro que seus similares. Não podemos esquecer que as dificuldades financeiras existem para todos e que preços altos inviabilizam qualquer negócio. É melhor ganhar pouco em cada produto, para ganhar no volume de vendas.

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9 – A importância do trabalho em rede

Pessoas e grupos organizam-se de diversas maneiras. Uma dessas maneiras, sobre a qual é importante aprofundar a reflexão e ampliar o debate, é a chamada “rede”. Como mostra o nome, rede é uma organização comparável a um tecido, com múltiplos fios ligados entre si por nós, que se espalham para todos os lados, sem que nenhum deles esteja no centro. No contexto atual, em que as grandes empresas têm o controle quase total dos mercados, torna-se cada vez mais importante que procuremos nos fortalecer, estabelecendo parcerias com outras iniciativas como a nossa.

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10 – A utilização das redes sociais como ferramentas de intervenção comercial e feminista

As redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, YouTube, WhatsApp...) possibilitam o encontro de mulheres para falar sobre a opressão de gênero: assédios nas ruas, estupros, situações de desvalorização no mercado de trabalho, violência doméstica, etc., assim como para o empoderamento econômico.

As novas mídias são uma revolução tecnológica que trazem consigo uma revolução do aprendizado e das relações pessoais e interpessoais. Com isso, está havendo uma reconfiguração da representação dos papeis da mulher no mundo por meios de novas narrativas. É possível criar novas representações de nós mesmas, com nossas próprias palavras, vozes e imagens.

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Vídeo 3 – Comunicação Não Violenta

Material das Apresentações

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Power Points para download

A partir de 12 de outubro disponibilizaremos, neste espaço, os arquivos em Power Point de todas as apresentações feitas por Vera Vieira, Amelinha Teles e Zeza Lopes.

Queremos ouvir sua opinião sobre o curso!

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Avaliação do curso “Negócio de Mulher”

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Inscritas/os: 4 alunas/os
Palestras: 15